terça-feira, 23 de junho de 2015

Cerveja pode prevenir Alzheimer e Parkinson, anunciam chineses

Cientistas chineses anunciaram ter descoberto que a cerveja pode ajudar a prevenir patologias neurodegenerativas como as doenças de Alzheimer e Parkinson. Isto deve-se a um composto, capaz de proteger as células do cérebro de eventuais danos. De acordo com um estudo publicado na revista científica Journal of Agricultural and Food Chemistry da Associação Americana de Química, este composto, chamado "xanthohumol" e encontrado no lúpulo, planta utilizada para a produção da cerveja, tem potencial para atrasar e mesmo prevenir o aparecimento do Alzheimer e do Parkinson.
Vários estudos apontam que o 'stress oxidativo' afeta as células neuronais. Isso faz com que seja considerado um dos principais responsáveis pelo desenvolvimento de doenças cerebrais. Portanto, proteger estas células pode significar a prevenção ou, pelo menos, o atraso na progressão de patologias do gênero.

Uma vez que o "xanthohumol" tem chamado a atenção dos investigadores por ter propriedades antioxidantes, anticancerígenas e conseguir proteger o sistema cardiovascular, a equipa da Universidade de Langzhou, na China, coordenada por Jianguo Fang, decidiu estudar os seus efeitos nas células cerebrais, como noticia o Jornal Boas Notícias.

Ao desenvolver testes em ratos, os cientistas constataram que este composto do lúpulo, presente na cerveja, é capaz de proteger os neurónios e, potencialmente, atrasar o avanço das doenças neurodegenerativas, pelo que poderá ser, no futuro, "um bom candidato para combater estes problemas", explica um comunicado divulgado pela ACS.

Alimentação saudável ajuda na prevenção de Alzheimer
Já é mais que sabido que uma alimentação balanceada é imprescindível para manter o peso ideal, além de precaver diabetes e doenças do coração.

Mas agora, médicos da Universidade de Boston investigam como este tipo de dieta também pode estar atrelado à prevenção de demências como Alzheimer.
Estudos indicam que pessoas com alimentação saudável tem menor risco de desenvolver qualquer doença relacionada à memorização, ordenação de pensamento, fixação de ideias e etc. (Fonte: G1)

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