segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
terça-feira, 7 de agosto de 2012
PCD´s não condutores ganham isenção do ICMS para carros
A decisão unânime do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), reunido em Cuiabá (MT), em 30/03, foi publicada na edição do Diário Oficial da União de 09/04/2012. A conquista desse direito foi fruto de uma luta desenvolvida pela Associação Brasileira das Indústrias e Revendedores de Produtos e Serviços para Pessoas com Deficiência (ABRIDEF), entidades e lideranças do setor e pela Frente Parlamentar do Congresso Nacional em Defesa do Direitos das Pessoas com Deficiência, que reúne deputados federais e senadores.
Anteriormente, em 2011, também uma ação conjunta conseguiu a prorrogação do convênio que permitia a isenção do ICMS para pessoas com deficiência, de abril para dezembro de 2012. A próxima reivindicação será a extinção do teto do valor de compra de veículo zero Km, que hoje está em R$ 70 mil, ou no mínimo, o aumento para pelo menos R$ 100 mil.
Para saber mais sobre isenção de impostos para pcd´s, ligue para (19) 3296-5657.
quinta-feira, 8 de março de 2012
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Dia Mundial das Pessoas com Deficiência
A luta pelo respeito não pode parar nunca !
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Brasil brilha no Parapan

“Cumprimos a nossa missão em Guadalajara.” Assim o presidente do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB), Andrew Parsons, definiu a participação brasileira na quarta edição dos Jogos Parapan-Americanos. “Essa é a primeira vez que o Brasil vence uma competição multidesportiva fora do país. Isso é uma satisfação imensa. Das 13 modalidades, medalhamos em 12 e ganhamos ouros em nove delas”, destacou.
Com 81 medalhas de ouro, 61 de prata e 55 de bronze, o país repetiu o primeiro lugar no quadro geral de medalhas conquistado no Rio de Janeiro, há quatro anos.
Segundo o presidente do CPB, o país trouxe uma delegação menor para o México e estrategicamente algumas provas não foram abertas. “Mesmo assim, nossos resultados foram melhores do que a última edição do Parapan. O Movimento Paraolímpico Brasileiro está ainda mais forte do que em 2007", avaliou Parsons, ressaltando os recordes batidos por brasileiros em Guadalajara.
“No masculino foram nove quebras de recordes americanos, 37 parapan-americanos e dois mundiais. No feminino foram três recordes americanos e 17 parapan-americanos. Um total de 68 recordes, contra 51 conquistados por brasileiros no Rio em 2007.”
Além das medalhas, o Brasil ampliou o número de vagas nas próximas Paraolimpíadas. “Chegamos a 104 vagas garantidas pelo IPC (International Paralympic Committee) para Londres 2012. Após o Rio 2007, tínhamos 80. Hoje, temos 17 modalidades asseguradas”, afirmou o presidente do CPB.
Segundo Parsons, “todos os jovens conquistaram a vaga por índice técnico e garantiram a medalha, o que prova que o trabalho vem sendo bem feito. Nós já temos mais qualificados que em Atenas (foram 98), isso sem contar a natação. Temos dez em atletismo e esperamos levar 20 atletas da natação. Rugby em cadeira de rodas, modalidade nova, que tem três anos, não irá a Londres, mas ainda brigamos para levar a esgrima e o tiro com arco.”
Andrew Parsons aproveitou o balanço da participação no México para traçar os novos desafios. “Em Pequim tivemos a quarta maior (delegação) dos jogos, com 188 atletas. Talvez em Londres ela seja menor, mas mais qualificada”, projetou.
Em Guadalajara, quatro modalidades carimbaram a passagem rumo ao maior evento do paradesporto mundial: basquete em cadeira de rodas (feminino), goalball (masculino e feminino), tênis de mesa (10 vagas individuais) e vôlei sentado. O futebol de 5 já chegou ao México classificado.
“Depois que fizemos o planejamento estratégico das 20 modalidades de Londres, e agora com canoagem e triatlon para 2016 (no Rio), pensamos em quatro objetivos: o primeiro lugar no Parapan aqui de Guadalajara (conquistado), o sétimo em Londres; o primeiro em Toronto (Parapan, em 2015) e o quinto no Rio, em 2016. Trabalhamos focados em resultados e renovação”, detalhou o presidente.
Edilson Tubiba, diretor técnico do CPB e chefe de missão da delegação brasileira no México, informou que a aclimatação visando aos jogos de 2012 será feita em Manchester por atletas de 17 modalidades. “Menos o hipismo (que será na França) e a vela. Será a primeira vez que uma delegação inteira vai estar junta. Pensamos em tudo para Londres 2012. Desde a alimentação, já que teremos cozinha própria, à assinatura de TV brasileira. Os atletas ficarão bem à vontade em Londres”, previu Tubiba.
Segundo Andrew Parsons, a operação em Guadalajara custou em torno de três a quatro milhões de reais. “Para Londres, pela lei Agnelo-Piva, o fundo deve ser em torno de seis a oito milhões de reais”, antecipou. (Fonte: CPB)
sábado, 24 de setembro de 2011
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Musicografia braille insere cegos no mercado de trabalho
OMB ensina partitura para músicos que só tocam instrumentos de ouvido.
A Ordem dos Músicos do Brasil (OMB) possui em sua unidade paulista grupos de estudo de musicografia braille. O objetivo é levar às pessoas cegas aprendizado musical teórico, ou seja, escrita e interpretação de partituras em braille e, consequentemente, direcioná-las para o mercado de trabalho da área.
Para o presidente da OMB-SP, maestro Roberto Bueno, a pessoa com deficiência visual possui, na maioria das vezes, ouvido absoluto. O dom permite que o músico aprenda a tocar instrumentos somente ao ouvir uma melodia, o que não é suficiente para trabalhar numa orquestra ou numa banda profissional, por exemplo. Para ingressar no mercado de trabalho profissional é imprescindível conhecer música na partitura.
Marcela Trevisani é um exemplo dos benefícios do grupo. Ainda aluna, a pianista já ajuda na monitoria de alunos do curso e foi indicada para tocar profissionalmente pelo presidente da OMB.
O projeto existe há quase dois anos e conta com a parceria do instituto Laramara, que doou máquinas em braille para que os alunos possam usá-las em sala de aula. O grupo da OMB recebe alunos de todo o Estado de SP, desde que o interessado tenha como se transportar.
“A musicografia braille teve início no século 19, por meio de Luiz Braille, inventor do código para cegos e que também era músico, em Paris, na França. O método chegou ao Brasil, primeiramente, no instituto Benjamim Constant, no Rio de Janeiro, e se espalhou por toda a America Latina”, explicou a professora Isabel Bertevelli.
A musicografia para cegos chegou a São Paulo na década de 1920, trazida pelo professor Alfredo San George, do instituto de cegos Padre Chico. Na mesma década, foi adotada no instituto de cegos da Bahia.
“Naquele tempo, o método tinha uma forma precária. Não havia precisão, mas apenas o manual internacional de musicografia, fruto de conferências como a de 1888, em Colônia, na Alemanha, e depois na França e demais países, até chegar ao método que temos atualmente, com este formato do ano de 1992, que foi transcrito para várias idiomas”, completou Isabel.
A musicografia passou a ser mais conhecida em São Paulo na década de 1950, por meio do professor Zoilo Lara de Toledo, da fundação para o livro do cego, atual Dorina Nowill. Zoilo ensinava música e, atualmente, trabalha na produção de livros de musicografia.
Só em 2004 o manual mais recente foi transcrito para a Língua Portuguesa. No Brasil, há cerca de dez professores que dão aula do método.
A professora de piano Jacira de Almeida Prado resolveu aprender a musicografia braille após ser convidada para dar aulas do instrumento no instituto de cegos Padre Chico. A professora declara que começou seu interesse pelo braille devido à necessidade de passar os exercícios para seus alunos, que já aprendiam a ler as partituras com a professora Isabel. Antes, Jacira ensinava os alunos só pelo solfejo, cantando as notas musicais, ou tocando compasso por compasso no piano de modo que os alunos as memorizassem.
Jacira foi professora de Vagner Pereira da Silva, aluno do Padre Chico, que se destacou e foi convidado para fazer uma apresentação em Londres, na Inglaterra, em 2007. O músico viajou a convite da ONG Anjos do Brasil. Atualmente, Vagner estuda piano no conservatório do Zimbo Trio, em São Paulo, dedicando-se especialmente aos ritmos bossa nova, jazz e blues.
Interessados em aprender a musicografia braille ou em obter mais informações sobre o método podem procurar a OMB-SP pelo site ou pelo telefone (11) 3237-0777.





