sexta-feira, 7 de junho de 2019

Autoescolas podem ser obrigadas a oferecer carros adaptados para pessoas com deficiência


A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) aprovou em maio o PLS 294/2016, que obriga as autoescolas a oferecerem carros adaptados para alunos com deficiência. A proposta segue para a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) em caráter terminativo.

A proposição do senador Romário (Pode-RJ) determina que os Centros de Formação de Condutores devem oferecer, para cada vinte veículos de sua frota, um modelo adaptado que tenha ao menos câmbio automático, direção hidráulica ou elétrica, vidros elétricos e comandos manuais de freio e de embreagem. Para isso, o projeto altera o artigo 154 do Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503 de 1997).

Segundo o parlamentar, é justo que a pessoa com deficiência tenha a possibilidade de adquirir a habilidade e fazer as aulas necessárias para obter sua carteira de habilitação (CNH). Mas isso só será possível se existir a possibilidade real da realização do curso prático. "Como poderá a pessoa com deficiência adquirir a tal proficiência, se não existem veículos adaptados oferecidos pelos centros de formação de condutores?", indaga.

O relator na CDH, senador Flávio Arns (Rede-PR), emitiu parecer favorável ao argumentar que sem veículos adaptados nas autoescolas, será praticamente impossível que as pessoas com deficiência consigam ter aulas práticas de direção em veículos que não foram projetados para atender às suas necessidades. 

“Sem o treinamento adequado, dificilmente esses candidatos conseguirão obter sucesso no rigoroso exame de direção aplicado pelos departamentos de trânsito do nosso país. Na prática, então, a ausência de veículos adaptados nos centros de formação de condutores é uma barreira que impede o acesso das pessoas com deficiência a um importante recurso de mobilidade urbana, sobretudo em um país que apresenta deficit grave na área do transporte coletivo”, acrescentou no parecer.

Fonte: Agência Senado

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Skol quer propiciar mais autonomia aos deficientes visuais

A roda não para de girar e a marca quer trazer mais autonomia na hora de fazer as compras no supermercado.

Teve início no dia 22 de maio, a fase de testes do carrinho acessível da Skol para supermercado que vai guiar pessoas com deficiência visual a fazerem as compras de casa.

Existem mais de 6,5 milhões de pessoas com alguma deficiência visual no País, e a Skol acredita que ir ao supermercado e comprar uma cerveja deveria ser uma experiência acessível para todos.

O projeto é mais um jeito de abrir a roda da inclusão da Skol e busca trazer mais autonomia aos cegos e pessoas com baixa visão.

O carrinho acessível da Skol é um experimento e está sendo testado na cidade de São José, na Grande Florianópolis, em Santa Catarina.

Em desenvolvimento há pelo menos um ano e meio, o projeto é realizado em parceria com os deficientes visuais ligados à Acic (Associação Catarinense de Integração ao Cego), além da D2G Tecnologia, de Porto Alegre (RS), espera evoluir a ferramenta, e, após a ação, ter melhorias com as contribuições voluntárias.

O mercado dos testes foi todo mapeado previamente pela empresa de tecnologia e conta com vários QR codes no teto, que se conectam com o carrinho por meio de Wi-Fi quando ele dá a partida.

Diego Trindade e Grégory Gusberti, diretores da D2G, explicam que o robô tem uma plataforma própria e que pode se adaptar às necessidades dos usuários à medida que os testes forem acontecendo. O carrinho também conta com sensores que ajudam o usuário a interpretar obstáculos dinâmicos, como gôndolas extras, lixeiras ou pessoas.

Por meio de uma barra sensível ao toque, o deficiente visual posiciona as mãos autorizando o carrinho a andar, e, com um fone de ouvido e microfone, segue as instruções da inteligência artificial.

Até o momento, 19 produtos foram cadastrados. Ao chegar na gôndola solicitada, há uma escrita em Braile que facilita a confirmação do deficiente visual. Ao fim das compras, o carrinho se dirige automaticamente para o caixa preferencial de acessibilidade.

Gregory Krohling, 31 anos, foi uma das pessoas com deficiência visual que testou o projeto. “Essa ação é muito importante, pois torna possível a experiência da gente fazer uma compra sozinho. Me trouxe uma segurança muito grande de andar com o carrinho pelo mercado.”, afirma.

Trindade explica que sem o suporte da Cervejaria Ambev, projetos como esses dificilmente sairiam de uma sala de universidade ou ganhariam a proporção que podem alcançar.

Além disso, a partir deste carrinho acessível inúmeras outras ferramentas que auxiliam o cego poderão surgir. “Para a gente, uma coisa só é muito boa quando pode ser aproveitada por todos, e, para fazer compra não seria diferente. Mais uma vez, a Skol está abrindo a roda da inclusão trazendo uma discussão importante para o jogo como a marca inovadora e democrática que é, se propondo a entender quais são as dificuldades e tentando melhorar essa experiência.”, coloca Giuliana Tosi, gerente de Marca da Skol no Sul do Brasil.

O carrinho da Skol pode ser testado por qualquer pessoa com deficiência visual no Fort Atacadista do Kobrasol, em São José, na marginal da BR-101. Na entrada da loja os atendentes devem direcionar o usuário para o teste, que segue até o dia 28 de maio.

Fonte: Promoview

sexta-feira, 31 de maio de 2019

Hospitalhaços realiza 2ª edição do Mega Bazar

A segunda edição do Mega Bazar Hospitalhaços chega repleta de novidade e com uma carga pesada de agradecimento, afinal, foi o público que pediu e a ONG atendeu com o mesmo carinho que sempre trata seu consumidor. Todos os produtos e as novidades estarão expostos do dia 10 ao dia 15 de junho e está aí uma boa oportunidade para comprar o presente do Dia dos Namorados, para encontrar aquela peça exclusiva para ir à Festa Junina, para garimpar aquele livro raro ou achar aquele brinquedo que seu filho tanto quer.

Entre as variedades de mercadorias, os destaques sugeridos pela Marlene, Rosa e Ivani, profissionais que atendem no local, estão as alianças em aço inox cirúrgico; sapatos femininos (dois pares por R$10); camisas sociais masculinas (duas por R$ 10); camisetas básicas masculinas (duas por R$ 5) e livros (valor máximo R$ 5).  Além disso, “temos peças de diversas grifes nacionais e internacionais, que podem ser customizadas e surgirem lindas e únicas em perfis de Instagram de pessoas descoladas, chiques e conscientes sobre moda, sustentabilidade e comportamento”, revela Marlene.

Serviço:
2º Mega Bazar Hospitalhaços

Dia e horário: 10 a 15 de junho de 2019 – 9h às 17h de segunda a sexta-feira, e no sábado das 9h às 12h.
Local: Avenida Governador Pedro de Toledo, 507, Bonfim, Campinas - SP
O estacionamento em frente ao local estará com desconto para os clientes do Bazar – 30 minutos por R$ 4

Formas de pagamento: dinheiro, cartão de débito e crédito

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terça-feira, 28 de maio de 2019

Outono piora doença na córnea, alerta oftalmo de Campinas


Agravamento é causado por doenças respiratórias que atingem metade dos
portadores e pelo ressecamento da lágrima. Saiba como prevenir. 

O acúmulo de poluentes e a baixa umidade do ar aumentam em 30% as doenças respiratórias no outono e inverno segundo a OMS  (Organização Mundial da Saúde). De acordo com o oftalmologista Leôncio Queiroz Neto, do Instituto Penido Burnier, a primeira reação ocular provocada por estas alterações climáticas é o ressecamento da lágrima que atinge 12% da população.

Quem tem ceratocone sofre mais. Um levantamento feito por Queiroz Neto com 315 portadores mostra que 24% têm olho seco, ou seja, o dobro do restante dos brasileiros.  “No País, são cerca de 100 mil pessoas com esta doença que faz a córnea tomar o formato de um cone e responde por 70% dos transplantes”, comenta. Os problemas para os ceratocônicos não param por aí.
O levantamento do especialista também revela que metade deles têm asma, bronquite ou rinite, importantes gatilhos para a conjuntivite alérgica.

Grupos de risco
O ceratocone geralmente aparece na adolescência, mas pode surgir na infância especialmente entre crianças com alergia atópica, Síndrome de Down ou asma.
De todas as doenças respiratórias a asma é a mais frequente no Brasil com uma prevalência de 20% entre nossas crianças, segundo o relatório do Global Asthma Report que reúne pesquisadores do mundo todo que acompanham a evolução da  doença.

Sintomas
Queiroz Neto afirma que tanto o olho seco como a conjuntivite alérgica provocam embaçamento da visão, vermelhidão e coceira nos olhos.

A conjuntivite alérgica se diferencia pelo inchaço das pálpebras e secreção viscosa. “Ninguém deve coçar os olhos. Isso porque, a córnea é uma lente frontal do olho composta principalmente por colágeno.

Esfregar os olhos enfraquece estas fibras e deforma o formato da córnea, levando ao astigmatismo ou ao agravamento do ceratocone”, explica.Os sintomas do ceratocone são a visão desfocada para perto e longe que pode ser confundido com astigmatismo,  a troca frequente do grau dos óculos ou lentes de contato, enxergar halos noturnos, fotofobia, aumento da fadiga ocular e olhos frequentemente irritados.

A dica do oftalmologista é ao primeiro sinal de coceira aplicar nos olhos compressas frias. Podem ser feitas com gaze embebida em água filtrada.  Se o desconforto não desaparecer em até dois dias é necessário consultar um oftalmologista.

Tratamentos
Olho seco
O tratamento do olho seco depende do diagnóstico preciso de qual camada da lágrima entrou em desequilíbrio, afirma. Hoje existe uma tecnologia que permite visualizar as camadas da lágrima para indicar um colírio lubrificante com substâncias ativas para diferentes disfunções.  “Severa redução da camada oleosa da lágrima, comum em algumas mulheres após a menopausa, pode demandar a suplementação com ômega 3. Por isso, correr até a farmácia para comprar um colírio lubrificante pode até piorar o desconforto do olho seco, principalmente nas fórmulas com conservantes que irritam a mucosa ocular”, esclarece.

Conjuntivite alérgica
Já a terapia para conjuntivite alérgica depende da gravidade. “Colírios anti-histamínicos são indicados para alergias mais leves. Nos casos mais severos o ideal são os colírios com corticóide que por terem ação mais potente fazem muitos alérgicos acreditar que são a melhor solução. Ledo engano. “Usar corticóide indiscriminadamente causa glaucoma, doença que impõe o uso contínuo de colírio antiglaucomatoso por toda a vida”, argumenta.

Ceratocone
A única terapia que interrompe a progressão do ceratocone é o crosslink, uma cirurgia que associa riboflavina (vitamina B2 ) e radiação UV (ultravioleta) para aumentar a resistência da córnea, explica. Nas córneas muito finas o crosslink é contraindicada, adverte. Neste caso, as  alternativas para evitar o transplante são o implante de um anel que aplana a córnea ou o uso de lentes esclerais que se apoiarem na esclera.

Prevenção
As dicas de Queiroz Neto para proteger seus olhos no outono são:

- Evite plantas, flores e animais com pelo dentro de casa.
- Mantenha os ambientes arejados e livres de pó.
- Livre-se dos travesseiros de pena e objetos de decoração que acumulam pó.
- Substitua a vassoura por aspirador de pó e o espanador por panos úmidos.
- Não esfregue ou coçar os olhos.
- Forre almofadas e colchões com capas impermeáveis.
- Atenção ao consumo de água para hidratar o corpo todo, inclusive os olhos.
- Usar óculos com proteção UV nas atividades externas. (Fonte: LDC Comunicação)

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Lábio leporino poderá ter tratamento no SUS


A Câmara dos Deputados, por meio da CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania), aprovou em caráter terminativo o Projeto de Lei 1172/15, que obriga o Sistema Único de Saúde (SUS) a oferecer a cirurgia plástica de lábio leporino e o tratamento pós-cirúrgico: fonoaudiologia, psicologia, ortodontia, e demais especialidades necessárias a recuperação. O projeto de lei agora segue para aprovação no Senado e por fim, sanção presidencial.

O Sistema Único de Saúde já oferece a cirurgia e acompanhamento especializado para pessoas com essa condição, mas a proposta do autor do projeto é ampliar o atendimento e assegurar a todos o acesso rápido ao tratamento.

Pelo texto, de autoria do deputado federal Danrlei de Deus Hinterholz (PSD-RS), “se houver diagnóstico confirmado no pré-natal, o encaminhamento deverá ser feito logo após o nascimento do bebê.”

A rede pública de saúde também deverá prover tratamento de reeducação oral, para auxiliar os exercícios de sucção, mastigação e desenvolvimento da fala, além da assistência por ortodontista e psicólogo, quando necessário.

“Estudos mostram que quanto mais cedo é realizada a reparação, melhores são os prognósticos de recuperação”, disse o relator na CCJ, deputado Evandro Roman (PSD-PR). Seu relatório indicou a constitucionalidade integral da lei.

O lábio leporino ou fenda palatina é uma condição congênita comum que gera a abertura do lábio e do céu da boca e causa dificuldade para falar e comer.

De acordo com OMS  (Organização Mundial de Saúde), estima que 1 a cada 650 crianças nascidas tenha lábio leporino. (Fonte: Criança Especial)

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Projeto inclui visão monocular na lista de deficiências

O Projeto de Lei 1266/19 inclui a visão monocular – cegueira de um dos olhos – na lista de deficiências legalmente reconhecidas pela Lei 7.853/89. A visão monocular não é considerada deficiência por lei federal. Além da nova classificação, o projeto reserva à pessoa com deficiência o direito de concorrer a vagas reservadas em concurso público.

Autor do projeto, o deputado Carlos Henrique Gaguim (DEM-TO) destaca que já há jurisprudência e súmulas do Poder Judiciário que reconhecem a visão monocular como deficiência visual.
“A deficiência monocular, apesar de não ser considerada legalmente deficiência visual, dificulta a percepção de tridimensionalidade e acarreta limitações de locomoção, prejudicando atividades profissionais e sociais”, disse.

Gaguim acrescentou ainda que o Ministério do Trabalho e Emprego já considera a visão monocular como deficiência visual para fins de aplicação da Lei de Cotas.

Tramitação
O projeto será analisado conclusivamente pelas comissões de Comissões de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência; de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. (Fonte: Agência Câmara)

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Reatech vai reunir o que há de melhor em tecnologias para PCDs



Principal feira do setor na América Latina está em sua 16ª edição e espera receber 52 mil visitantes em quatro dias de evento

A 16ª Reatech  – Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade, apresentará as novidades do setor de órteses, próteses e materiais especiais (OPME). Graças à evolução tecnológica e o aumento da preocupação com responsabilidade social, o setor está em crescimento, e o evento vai discutir os avanços e desafios do segmento entre os dias 13 e 16 de junho, no São Paulo Expo Exhibition & Convention Center, na capital paulista.

Organizada pela Cipa Fiera Milano, a Reatech é a principal feira do setor na América Latina, e tem expectativa de receber 52 mil visitantes e reunir 300 marcas expositoras que atuam em diversos segmentos: agências de emprego voltadas para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, instituições financeiras, fabricantes de cadeiras de rodas, departamentos de recursos humanos, indústrias farmacêuticas, serviço de animais treinados, veículos adaptados para deficientes físicos, fabricantes de aparelhos auditivos, terapias alternativas, turismo e lazer.

A demanda por OPME gerou o aparecimento de mais concorrência no setor. De acordo com a GTT Healthcare, empresa especializada em tecnologias de autoidentificação para o setor de saúde, existem hoje no Brasil cerca de 3.600 empresas operando entre fabricantes, importadores e distribuidores. A Reatech vem para estimular ainda mais o mercado e contribuir com a profissionalização do setor, dada a importância do desenvolvimento de novas tecnologias para melhorar a qualidade de vida de pessoas com deficiência.

Atividades paralelas
Paralelamente à área de exposição da feira, várias atrações consolidam o caráter especializado e de desenvolvimento do setor. O Reasem, Seminário de Tecnologia de Reabilitação e Inclusão, vai discutir tecnologias disruptivas viabilizando a comunicação, movimentação e resultados na reabilitação de pacientes. O Reamed, Congresso de Medicina Física e Reabilitação, busca tratamentos inovadores para a dor e eficácia nos resultados. Profissionais da área discutirão técnicas avançadas para o tratamento de lesões no Tecfisio, Seminário de Tecnologias Avançadas em Fisioterapia.

O Reashow, Seminário dos Expositores, vai proporcionar ao público acesso a conhecimento técnico, novas tecnologias e oportunidade de negócios. Através de atividades práticas e teóricas, o Curso Pet – Terapia Assistida por Animais e o Workshop Equoterapia – tem como proposta contribuir com a capacitação de profissionais, incorporando a interação do homem com o animal, num processo terapêutico formal, guiado por profissionais especializados.

A grande novidade desta edição é o Reackathon, uma maratona voltada a soluções de acessibilidade. A intenção é buscar propostas que poderão fazer a diferença na qualidade de vida de milhares de pessoas em todo o mundo. “Será uma maratona de inovação, aprendizado ‘mão na massa’ para melhoria da acessibilidade no dia a dia. Uma experiência imersiva de inovação com foco em desafios reais. Afinal, a falta de acesso à grande parte da população principalmente nos espaços públicos causa sérios problemas”, afirma Rimantas Sipas, diretor Comercial da Cipa Fiera Milano, promotora da Reatech.

Gente Ciente
A Revista Gente e a JR Isenções, parceiros do Grupo Fiera Milano, vai novamente marcar presença na Reatech. A empresa vai apresentar as suas mais recentes novidades em informação para pessoas com deficiência, além de completa assessoria a respeito dos processos de isenção de impostos para a compra de automóveis.

As pessoas com deficiência, condutoras e não condutoras, tê direito à isenção do IPI, ICMS e IPVA na compra de automóveis. Os descontos podem chegar em até 30% no valor do veículo. (Fonte: Assessoria 2PRÓ)

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Armas de fogo são um risco para a audição, alerta fonoaudióloga

Policiais da PM, das Forças Armadas e amantes de Clubes de Tiros precisam cuidar da saúde auditiva

Todos conhecem os riscos a que são submetidos os integrantes da Polícia Militar, que frequentemente estão em ruas e favelas em confronto com marginais. Mas há outro problema que, apesar de menos divulgado, é muito recorrente nesse grupo: a perda de audição devido à exposição contínua a disparos de armas de fogo. Para se ter uma noção do quão alto e prejudicial o som do disparo de uma arma pode ser ao ouvido humano, o barulho de uma turbina de avião ou de uma caixa de som em um show de rock alcança aproximadamente 130 decibéis, enquanto o som produzido pelo disparo de uma arma pode chegar a 140 decibéis.

A situação atinge também os membros das Forças Armadas e todos aqueles que participam de treinamentos de tiro. A perda de audição, no entanto, ainda não é preocupação dos profissionais da área de segurança. O resultado da negligência com a saúde auditiva só é percebido ao longo do tempo. A maioria só chega a admitir o problema quando está mais velho ou já está na reserva, quando o deficit auditivo pode ser ainda maior.

"A Perda Auditiva Induzida por Ruído, uma exposição frequente a ruídos acima de 80 decibéis, é um problema real enfrentado por muitos trabalhadores e militares. Muitas pessoas procuram a Telex devido a problemas de audição decorrentes da profissão que exercem. São comuns os casos de pessoas que desencadearam perda auditiva por exposição ao ruído intenso ou por trauma acústico", revela Isabela Papera, fonoaudióloga da Telex Soluções Auditivas.

A perda da audição compromete a qualidade de vida do indivíduo pois prejudica também sua capacidade de se relacionar em sociedade. Além disso, estresse, dores de cabeça, depressão e perda de atenção são outros sintomas frequentes que acometem os deficientes auditivos.

A fonoaudióloga da Telex, que é especialista em audiologia, recomenda o uso frequente de protetores nos ouvidos, que reduzem o volume excessivo, para quem convive em ambientes barulhentos ou, no caso de policiais, estão expostos aos fortes ruídos que podem causar, inclusive, trauma acústico - principalmente durante os treinamentos de tiro. Os protetores da Telex, por exemplo, são moldados de acordo com a anatomia do ouvido de cada pessoa. Existem dois tipos: o que diminui o barulho ambiente em 15 decibéis e outro que reduz o ruído em 25 decibéis.

“Os protetores auriculares ajudam muito a diminuir o nível de ruído que entra pelos ouvidos e seu uso no dia a dia evita a evolução da perda de audição. Porém, caso a pessoa já esteja com a audição comprometida, existem atualmente aparelhos auditivos modernos e discretos, com som digital, que resgatam os sons, devolvendo a autoestima, a alegria e o bom convívio com parentes e amigos”, conclui Isabela Papera

“A importância das Forças Armas e da Polícia Militar para a nossa sociedade é indiscutível, mas seus policias devem estar atentos para manter sua saúde, inclusive a auditiva”. (Fonte: Assessoria de imprensa Telex)

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terça-feira, 21 de maio de 2019

Sobrapar realiza XI Congresso Brasileiro de Fissuras Lábio Palatinas e Anomalias Craniofaciais

Para comemorar seus 40 anos de atividades em 2019, o Hospital Sobrapar Crânio e Face, de Campinas (SP), organiza nos dias 7 e 8 de junho o XI Congresso Brasileiro de Fissuras Lábio Palatinas e Anomalias Craniofaciais, evento da Associação Brasileira de Fissuras Lábio Palatinas (ABFLP).

O congresso, referência no setor, reunirá importantes profissionais do Brasil e do mundo para compartilhar experiências nas diversas especialidades que envolvem os tratamentos das fissuras e anomalias craniofaciais, como a cirurgia plástica, cirurgia crânio-maxilo-facial, buco-maxilo, ortodontia e odontologia, fonoaudiologia, otorrinolaringologia, psicologia e serviço social.
 
Entre os temas apresentados pelos especialistas estará o de reconstrução de orelhas, com um curso específico sobre assunto no período da manhã e início da tarde do dia 7 (sexta-feira), que será ministrado por vários cirurgiões plásticos e craniofaciais, entre eles os profissionais internacionais Maria Fernanda Valotta (Argentina) e Christopher Derderian (Estados Unidos).

Serão apresentadas as técnicas utilizadas atualmente para a reconstrução de orelhas em portadores de microtia – uma anomalia congênita no pavilhão auricular, caracterizada por um mau posicionamento das estruturas anatômicas ou mesmo a ausência delas.

A microtia pode ser uni ou bilateral, mas, na maior parte dos casos, é unilateral e apenas 10% e 20% dos pacientes apresentam a anomalia nas duas orelhas. Em cerca de 50% dos pacientes portadores de microtia, o conduto auditivo externo existe, porém, o distúrbio da audição ocorre em apenas 25% dos pacientes.

O Hospital Sobrapar tem atendido cada vez mais esses casos que já atingem, aproximadamente, 1 entre 8 mil crianças nascidas vivas no Brasil, principalmente meninos. “Anomalias como a microtia não são estéticas, pois precisam de cirurgias reconstrutoras para desenvolver uma anatomia normal aos pacientes.

No Hospital Sobrapar, a cirurgia é realizada quando o paciente tem por volta de 10 anos de idade e implica na retirada de três cartilagens da costela, modelagem e escultura da cartilagem costal e inclusão da mesma em região da mastóide. Envolve ainda a liberação da orelha reconstruída com objetivo de proporcionar projeção e restauração do ângulo formado entre a orelha e o crânio”, explica Cesar Augusto Raposo do Amaral, integrante do quadro de cirurgiões plásticos e craniofaciais do Sobrapar.

Ele especializou no atendimento dessa anomalia na França, com Françoise Firmin, cirurgiã plástica considerada a autoridade máxima mundial em reconstrução de orelhas.

Na técnica de implante aloplástico utilizada por Christopher Derderian, um dos profissionais internacionais que ministrarão o curso de restauração de orelhas no congresso, a criança pode ser operada mais cedo, a partir dos 6 anos de idade, porque não utiliza a cartilagem de costela e sim um material de polietileno chamado Medpor, que recria a estrutura da orelha e é compatível com tecido vivo.

Derderian é membro de diferentes instituições, como a Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos, Sociedade Americana de Cirurgia Craniofacial, entre outras, e integra a equipe de fissura lábio palatina e equipe craniofacial da Children's Health Dallas.

Serviço:
XI Congresso Brasileiro de Fissuras Lábio Palatinas e Anomalias Craniofaciais
Local: Casa de Campo do Royal Palm Plaza
(Av. Royal Palm Plaza, nº 277, Jd Nova Califórnia, Campinas/SP)
Datas: 7 (sexta-feira) e 8 (sábado) de junho.

Inscrições: pelo site http://abflp.org.br/congresso-abflp/ até o dia 5 de junho ou no dia do evento.


Fonte: Assessoria

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quarta-feira, 15 de maio de 2019

Coquetel de lançamento de livro em prol da Hospitalhaços

Acontece no dia 17 de maio de 2019, na livraria Leitura Parque D. Pedro Shopping, das 19h às 22h, a venda especial do livro “O Amor em Primeiro Lugar”, uma compilação de depoimentos de pacientes de hospitais atendidos pelo palhaço humanitário Picolé.

 O investimento é de R$ 35 e parte da venda será revertida para a ONG.

Lançado em 2018 durante um evento surpresa para Antônio Carlos Gomes, pessoa que dá vida ao palhaço Picolé, o folheto agrega textos escritos pelos pacientes, familiares e amigos e, exatamente por isso, Picolé, o personagem citado, estará na livraria Leitura para fazer uma dedicatória para as pessoas que comprarem um exemplar.

A iniciativa de fazer esta venda especial partiu da assistente do departamento Financeiro, Mônica Abreu, que diante do estoque, resolveu procurar livrarias para fazer esta parceria e angariar verba para a manutenção da ONG.

A resposta por esta busca foi logo atendida pela livraria Leitura Parque D. Pedro Shopping, que vai ceder a área de eventos do local e oferecer bebida e petisco para os convidados. “Conheço o trabalho realizado pela Hospitalhaços há um bom tempo e sei da seriedade e do comprometimento dos voluntários com os pacientes”, comenta Raul Ferreira, supervisor de Vendas da loja.

“Meu filho já foi atendido pelos palhaços humanitários e sei da importância do riso na recuperação de uma criança”, destaca.

Serviço:
Noite de autógrafo do livro “O Amor em Primeiro Lugar”, com o palhaço Picolé
Dia 17 de maio de 2019, sexta-feira
Horário: da 19h às 22h
Local: Livraria Leitura (ao lado do cinema na praça de Alimentação)
Endereço: Parque Dom Pedro Shopping, Avenida Guilherme Campos, 500, Jardim Santa Genebra, Campinas, SP
Valor: R$ 35 (pagamento em dinheiro e cartão) 

Fonte: Assessoria